Angelina Jolie e Brad Pitt visitam orfanato na Jordânia
A vencedora do Oscar e Embaixadora da Boa Vontade da ACNUR, AngelinaJolie e o marido, Brad Pitt, visitaram o SOS Crianças em Amã na última quinta-feira para verificar a situação das famílias e das crianças.
A visita foi organizada pela Rainha Noor da Jordânia que é presidente honorária do SOS Jordânia, de acordo a um comunicado enviado ao Jornal The Jordan Times.
Foi a segunda visita de Jolie, que já havia visitado o orfanato em 2003, quando patrocinou a construção de casas para famílias desabrigadas.
"Tivemos uma maravilhosa estadia na Jordânia com nossa família. Nós também tivemos o privilégio de revisitar essas famílias nos campos de ajuda", declarou o casal em nota oficial.
"O programa SOS é um dos melhores modelos de programas para crianças orfãs que aqui se veem cercadas por ambiente familiar. Esperamos que as pessoas vejam e aprendam mais sobre esse programa de modo a dar-lhe mais apoio".
O primeiro orfanato foi aberto na capital da Jordânia em 1987 e agora existem semelhantes em Irbid e Aqaba, atendendo mais de 300 crianças carentes.
Angelina e Brad doaram cerca de R$ 1 milhão de reais para ser investido no bemstar das crianças.
A atriz Angelina Jolie, embaixadora da Boa Vontade do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), visitou nesta quinta-feira (23) o Iraque pela terceira vez e pediu ajuda às dezenas de milhares de deslocados internos do país.
Jolie esteve num assentamento de deslocados num subúrbio do noroeste de Bagdá e conversou com quatro famílias deslocadas do distrito de Abu Ghraib.
"Este é um momento em que as coisas parecem que melhoram, mas os iraquianos precisam de muito apoio para reconstruir suas vidas", declarou a atriz.
As famílias com as quais Jolie conversou reclamaram que seus filhos não vão à escola nem recebem tratamento médico.
O assentamento visitado pela atriz, em Chikook, abriga 20 mil deslocados, em sua maioria mulheres e crianças. O local, no entanto, não tem água corrente, saneamento básico ou ruas asfaltadas.
A Acnur estima que 1,6 milhão de iraquianos são deslocados internos em seu próprio país.
Angelina Jolie e Brad Pitt doaram US$ 1 milhão ao Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) em ajuda a milhares de pessoas que fogem da violência no Paquistão. A agência da ONU afirmou estar grata pela doação da instituição Jolie-Pitt Foundation, e que o dinheiro será empregado para aliviar o sofrimento causado pela "mais desafiadora crise humanitária ao longo da última década".
Segundo o Acnur, mais de 2 milhões de paquistaneses foram obrigados a deixar seus lares este ano devido a confrontos entre tropas do governo e militantes do Taleban no noroeste do país. Angelina Jolie já visitou refugiados no Paquistão três vezes desde que se tornou Embaixadora da Boa Vontade da ONU em 2001
Os comentários da atriz Angelina Jolie sobre os rohingya, minoria muçulmana perseguida pela Junta de Mianmar, foram censurados por autoridades tailandesas mais uma vez nesta quinta-feira. Enquanto isso, nos jornais, esquenta o debate sobre a fala da atriz - e sobre a situação dos rohingya.
O pronunciamento polêmico foi feito na semana passada, quando Jolie, embaixadora da boa-vontade da ONU (Organização das Nações Unidas), visitava um campo de refugiados perto da fronteira com Mianmar. Para o porta-voz do Ministério do Exterior tailandês, "não era o papel dela comentar sobre o assunto".
Jornais locais também alimentaram a discussão. Alguns, inclusive, se opuseram à posição do governo. Um editorial no jornal anglófono The Nation, por exemplo, foi fundo na questão: "Ao invés de culparmos Jolie, por que não começamos a falar sobre a raiz do problema?", questionou. O artigo pediu ainda que o governo reexaminasse suas políticas baseadas nos "princípios humanitários".
Na quarta, a chancelaria da Tailândia já havia criticado os comentários de Jolie em defesa dos rohingya. Segundo as autoridades tailandesas, a atriz não tinha permissão para visitar os campos de refugiados dessa etnia, mas sua presença no país coincidiu com denúncias dos rohingya de abusos cometidos por militares.
Na ocasião, a atriz pediu às autoridades tailandesas que fossem "generosas" com os muçulmanos birmaneses. A Tailândia, acusada de torturar e expulsar os refugiados rohingya, considerou que a Acnur (agência da ONU para refugiados) "não deve se pronunciar sobre o assunto, porque não tem autoridade sobre isso".
O governo da Tailândia criticou nesta quarta-feira a atriz Angelina Jolie e a agência das Nações Unidas para refugiados (Acnur) por terem defendido os imigrantes de uma etnia birmanesa que denunciaram abusos de militares tailandeses.
A atriz americana e seu marido, o também ator Brad Pitt, visitaram na semana passada perto da fronteira com Mianmar (antiga Birmânia) um campo de refugiados rohingya, uma minoria muçulmana perseguida pela Junta Militar birmanesa.
A Chancelaria tailandesa indicou em comunicado que o casal só tinha previsto viajar para campos de deslocados birmaneses, mas a visita coincidiu com as denúncias dos rohingya [etnia muçulmana minoritária de quase um milhão de pessoas que vivem em Mianmar], na fronteira com Bangladesh. que foram torturados e expulsos.
Segundo a nota, o Acnur 'não deve se pronunciar sobre este assunto', porque não tem autoridade para isso.
Bangcoc afirmou que Jolie, embaixadora da boa vontade da agência das Nações Unidas para os refugiados, carecia de permissão para visitar os campos, embora a ONU insista que todos os papéis estavam corretos.
Durante sua estadia na Tailândia, a estrela de Hollywood pediu às autoridades tailandesas que sejam tão generosas com os muçulmanos birmaneses como são com os budistas, um comentário que gerou receio junto ao Executivo.
A atriz e embaixadora da Boa Vontade do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) Angelina Jolie pediu ao Governo da Tailândia para conceder mais liberdade aos refugiados birmaneses nesse país, após se reunir com alguns deles em visita a um acampamento fechado no qual vivem.
"Fiquei triste em encontrar uma jovem de 21 anos nascida em um campo de refugiados, que nunca saiu dali e que agora está criando o próprio filho no acampamento", afirmou a estrela, conhecida por sua defesa dos direitos humanos, segundo um comunicado do Acnur.
Esta semana, a atriz visitou o campo de refugiados de Ban Mai Nai Soi, situado a três quilômetros da fronteira com Mianmar, e onde vivem 18.111 refugiados originais deste país, uma parte deles há duas décadas.
No total, há 111 mil refugiados vivendo em nove acampamentos ao norte da Tailândia, que não podem sair destes locais para trabalhar ou receber educação superior.
Entre as conversas que manteve com vários refugiados, Jolie falou em uma escola para órfãos com dois adolescentes birmaneses que tinham cruzado a fronteira enviadas pelos pais para que recebessem educação no acampamento e que temem ser enviadas de volta ao país quando concluírem seus estudos.
"Espero que possamos trabalhar com as autoridades tailandesas para acelerar o processo de admissão oficial e que não sejam forçadas a retornar a Mianmar se o perigo persistir", disse a atriz.
O Acnur ressaltou que a Administração da Tailândia, que é a única que pode conceder o status de refugiados a pessoas que escaparam da perseguição em Mianmar, ainda deve processar os casos de cinco mil pessoas que chegaram à província de Ban Mai Nai Soi em 2006 e 2007.
Angelina Jolie revelou hoje, em entrevista, seus planos de deixar aos poucos a carreira no cinema para se dedicar em tempo integral aos seis filhos com o ator Brad Pitt.
"Não tenho pensado em continuar atuando durante muito tempo", disse Jolie à rede britânica de televisão "BBC", afirmando que não está preocupada com o passar do tempo e pelo efeito que isso costuma ter entre as atrizes de Hollywood, porque sua intenção é deixar o cinema antes que o cinema a deixe.
A atriz de 33 anos disse que cada vez gosta mais de ficar em casa com os seis filhos: Shiloh e os gêmeos Vivienne Marcheline e Knox - nascidos da união com Pitt -, e Maddox, Zahara e Pax, adotados no Camboja, Etiópia e Vietnã, respectivamente.
Jolie, que nestes dias faz a promoção de "Changeling", o mais recente filme de Clint Eastwood, disse que sua idéia é fazer um filme por ano e, "de maneira natural", ir espaçando sua participação a projetos que forem interessantes.
"Estou disposta a fazer algumas coisas agora e ir desaparecendo para estar preparada quando tiver que ser avó", acrescentou, rindo, a atriz, que se declarou uma felizarda por fazer o que gosta.
"Ter tempo para contar histórias e ter sucesso suficiente para poder decidir sobre as histórias que quero contar", disse.
A atriz, que é embaixadora da Boa Vontade do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), considerou que "tudo acontece em fases", e expressou sua confiança de que não terá que seguir atuando no futuro para ganhar a vida.
"O primeiro e principal, agora, é que tenho um monte de crianças, e tenho a grande responsabilidade de garantir que estão sendo bem-criados e que nos têm (a ela e a Pitt) ali para eles", disse.
Jolie afirmou que, em qualquer caso, continuará ativa, principalmente para ensinar os filhos sobre o mundo, com a intenção de que sejam conscientes de que há diferentes países e culturas.
Angelina Jolie pediu nesta sexta (24) o aumento da ajuda humanitária e um maior compromisso a longo prazo com os programas de desenvolvimento no Afeganistão, dada a proximidade do inverno, que costuma ser muito rigoroso no país.
A atriz fez o pedido ao término de uma visita ao Afeganistão, a primeira que fez ao país após ter estado duas vezes com refugiados afegãos no vizinho Paquistão, disse hoje em Genebra um porta-voz do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (Acnur).
Jolie foi até o Afeganistão porque queria ver em primeira mão como os refugiados afegãos são tratados quando voltam para casa, da qual fugiram por causa das duras condições de vida e do conflito iniciado em 2001 com a invasão dos Estados Unidos para derrubar o regime talibã.
Segundo números do Acnur, nos últimos seis anos, cerca de cinco milhões de refugiados retornaram ao Afeganistão, mas calcula-se que aproximadamente três milhões ainda permanecem no Irã e no Paquistão.
"A coragem, a resistência e a dignidade das famílias que voltam e reconstroem suas vidas frente a uma adversidade que poucos de nós podemos imaginar mostra o melhor do espírito humano", disse Jolie ao término da viagem.
A atriz, que é embaixadora da Boa Vontade do Acnur, visitou famílias que não puderam retornar para suas casas no campo e que, por conta disso, vivem em edifícios públicos em Cabul.
Essas pessoas disseram a Jolie que a falta de terras e a insegurança se somam à ausência total de oportunidades de emprego nas zonas rurais, razão pela qual decidiram ficar na capital.
Angelina Jolie e Microsoft se unem para ajudar crianças imigrantes
Angelina Jolie, a Microsoft e mais de 25 escritórios de advocacia dos Estados Unidos anunciaram hoje a criação de uma organização em defesa de crianças imigrantes ou refugiados que não tem companhia adulta.
Chamada de "Crianças que Precisam de Direção" (Kind, em inglês), a nova associação nasce com o objetivo de fornecer conselho legal gratuito, competente e humanitário a este coletivo tão frágil.
Angelina Jolie disse em comunicado que "estas crianças freqüentemente não têm dinheiro, nem apoio, nem família e, mesmo assim, vêm aos Estados Unidos em busca de uma vida melhor".
No entanto, "muitos deles terminam perdidos, traumatizados e em última instância, esquecidos. A Kind lhes oferece a oportunidade de proteger seus direitos legais e fazer com que suas vozes sejam ouvidas".
O advogado geral da Microsoft, Brad Smith, disse, em Washington, que, "a cada ano, aproximadamente oito mil crianças que foram separadas de suas famílias passam pelos procedimentos do sistema de imigração dos Estados Unidos".
"A metade destas crianças passa por isso sem representação legal", disse o advogado, que acrescentou que, precisamente, "a Kind tenta diminuir esta brecha e assegurar que toda criança tenha acesso a conselho legal durante seu processo de imigração".
Deste modo, Smith espera que outras companhias se inspirem em sua participação para poder recrutar mais representantes da comunidade legal e oferecer a estes menores a proteção fundamental da qual precisam.
Segundo a corporação, as leis americanas não dão ajuda legal às crianças que não estejam acompanhadas de um adulto nos procedimentos judiciais de imigração.
Sem a ajuda gratuita de um advogado, os menores têm dificuldades para entender os processos e as opções legais que podem ter a seu alcance.
Angelina amplia, com este novo projeto, suas tarefas humanitárias como embaixadora de boa vontade do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur).
O objetivo imediato da nova associação é trabalhar em estreita colaboração com escritórios de advocacia e departamentos de direito corporativo para recrutar, treinar e adestrar advogados que representem os menores nas cidades onde a Kind atua, como Nova York, Boston, Filadélfia, Washington, Los Angeles, Seattle e Houston.
Atualmente, a nova organização já recebeu mais de US$ 2 milhões em doações em dinheiro e cerca de 25 prestigiosos escritórios de advocacia e departamentos de direito corporativo se comprometeram a contribuir com mais de 13 mil horas pró-bônus durante seu primeiro ano de operação.
Assista ao discurso de Angelina Jolie (Clique Aqui).
A atriz e embaixadora da Boa Vontade do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), Angelina Jolie, pediu em carta publicada hoje no jornal "Washington Post" o retorno dos refugiados iraquianos. Na carta, publicada na edição eletrônica do jornal, a atriz americana afirma que atualmente há "mais de 2 milhões de pessoas refugiadas em seu próprio país, sem lar, trabalho, remédios, comidas ou água limpa".
Jolie disse que "58% destas pessoas deslocadas no interior do país são menores de doze anos".
A atriz disse, que está em sua segunda gestação, acrescentou que cerca de 2,5 milhões de iraquianos tiveram que buscar refúgio fora de suas fronteiras, principalmente na Síria e Jordânia.
"Não sou um especialista em segurança, mas não é difícil ver que a Síria e a Jordânia estão carregando um peso insustentável. Estão sendo anfitriões incríveis, mas não podemos esperar que cuidem por tempo indeterminado de milhões de iraquianos pobres sem a ajuda dos Estados Unidos ou de outros países", ressaltou Jolie.
Além disso, a atriz manifesta em sua carta que seis meses após sua última visita ao Iraque com o Acnur "a crise humanitária não melhorou", embora a organização e o Governo iraquiano "tenham começado a trabalhar juntos em novas e importantes frentes".
"Os Estados Unidos podem correr o risco de que 4 milhões ou mais de pessoas pobres e deslocadas no centro de Oriente Médio cheguem a explodir em um violento desespero que leve a uma grande desordem em toda a região?", perguntou.
A carta de Jolie ressalta que o Acnur solicitou ajudas para este ano de US$ 261 milhões para melhorar a situação deste coletivo.
"Não é uma pequena quantia, mas é menos que o dinheiro que o Governo americano gasta diariamente na Guerra do Iraque", ressaltou.