Quinta-feira, 13 de Novembro de 2008

Dedicação a família

Angelina Jolie revelou hoje, em entrevista, seus planos de deixar aos poucos a carreira no cinema para se dedicar em tempo integral aos seis filhos com o ator Brad Pitt.

"Não tenho pensado em continuar atuando durante muito tempo", disse Jolie à rede britânica de televisão "BBC", afirmando que não está preocupada com o passar do tempo e pelo efeito que isso costuma ter entre as atrizes de Hollywood, porque sua intenção é deixar o cinema antes que o cinema a deixe.

A atriz de 33 anos disse que cada vez gosta mais de ficar em casa com os seis filhos: Shiloh e os gêmeos Vivienne Marcheline e Knox - nascidos da união com Pitt -, e Maddox, Zahara e Pax, adotados no Camboja, Etiópia e Vietnã, respectivamente.

Jolie, que nestes dias faz a promoção de "Changeling", o mais recente filme de Clint Eastwood, disse que sua idéia é fazer um filme por ano e, "de maneira natural", ir espaçando sua participação a projetos que forem interessantes.

"Estou disposta a fazer algumas coisas agora e ir desaparecendo para estar preparada quando tiver que ser avó", acrescentou, rindo, a atriz, que se declarou uma felizarda por fazer o que gosta.

"Ter tempo para contar histórias e ter sucesso suficiente para poder decidir sobre as histórias que quero contar", disse.

A atriz, que é embaixadora da Boa Vontade do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), considerou que "tudo acontece em fases", e expressou sua confiança de que não terá que seguir atuando no futuro para ganhar a vida.

"O primeiro e principal, agora, é que tenho um monte de crianças, e tenho a grande responsabilidade de garantir que estão sendo bem-criados e que nos têm (a ela e a Pitt) ali para eles", disse.

Jolie afirmou que, em qualquer caso, continuará ativa, principalmente para ensinar os filhos sobre o mundo, com a intenção de que sejam conscientes de que há diferentes países e culturas.

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Sexta-feira, 24 de Outubro de 2008

Ajuda ao Afeganistão

Angelina Jolie pediu nesta sexta (24) o aumento da ajuda humanitária e um maior compromisso a longo prazo com os programas de desenvolvimento no Afeganistão, dada a proximidade do inverno, que costuma ser muito rigoroso no país.

A atriz fez o pedido ao término de uma visita ao Afeganistão, a primeira que fez ao país após ter estado duas vezes com refugiados afegãos no vizinho Paquistão, disse hoje em Genebra um porta-voz do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (Acnur).

Jolie foi até o Afeganistão porque queria ver em primeira mão como os refugiados afegãos são tratados quando voltam para casa, da qual fugiram por causa das duras condições de vida e do conflito iniciado em 2001 com a invasão dos Estados Unidos para derrubar o regime talibã.

Segundo números do Acnur, nos últimos seis anos, cerca de cinco milhões de refugiados retornaram ao Afeganistão, mas calcula-se que aproximadamente três milhões ainda permanecem no Irã e no Paquistão.

"A coragem, a resistência e a dignidade das famílias que voltam e reconstroem suas vidas frente a uma adversidade que poucos de nós podemos imaginar mostra o melhor do espírito humano", disse Jolie ao término da viagem.

A atriz, que é embaixadora da Boa Vontade do Acnur, visitou famílias que não puderam retornar para suas casas no campo e que, por conta disso, vivem em edifícios públicos em Cabul.

Essas pessoas disseram a Jolie que a falta de terras e a insegurança se somam à ausência total de oportunidades de emprego nas zonas rurais, razão pela qual decidiram ficar na capital.

Clique aqui e leia mais a respeito (em inglês).

Assista ao video ou faça download do video da visita de Angelina Jolie ao Afeganistão Clicando Aqui.

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Sábado, 18 de Outubro de 2008

Angelina Jolie e Microsoft se unem para ajudar crianças imigrantes







Angelina Jolie, a Microsoft e mais de 25 escritórios de advocacia dos Estados Unidos anunciaram hoje a criação de uma organização em defesa de crianças imigrantes ou refugiados que não tem companhia adulta.

Chamada de "Crianças que Precisam de Direção" (Kind, em inglês), a nova associação nasce com o objetivo de fornecer conselho legal gratuito, competente e humanitário a este coletivo tão frágil.

Angelina Jolie disse em comunicado que "estas crianças freqüentemente não têm dinheiro, nem apoio, nem família e, mesmo assim, vêm aos Estados Unidos em busca de uma vida melhor".

No entanto, "muitos deles terminam perdidos, traumatizados e em última instância, esquecidos. A Kind lhes oferece a oportunidade de proteger seus direitos legais e fazer com que suas vozes sejam ouvidas".

O advogado geral da Microsoft, Brad Smith, disse, em Washington, que, "a cada ano, aproximadamente oito mil crianças que foram separadas de suas famílias passam pelos procedimentos do sistema de imigração dos Estados Unidos".

"A metade destas crianças passa por isso sem representação legal", disse o advogado, que acrescentou que, precisamente, "a Kind tenta diminuir esta brecha e assegurar que toda criança tenha acesso a conselho legal durante seu processo de imigração".

Deste modo, Smith espera que outras companhias se inspirem em sua participação para poder recrutar mais representantes da comunidade legal e oferecer a estes menores a proteção fundamental da qual precisam.

Segundo a corporação, as leis americanas não dão ajuda legal às crianças que não estejam acompanhadas de um adulto nos procedimentos judiciais de imigração.

Sem a ajuda gratuita de um advogado, os menores têm dificuldades para entender os processos e as opções legais que podem ter a seu alcance.

Angelina amplia, com este novo projeto, suas tarefas humanitárias como embaixadora de boa vontade do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur).

O objetivo imediato da nova associação é trabalhar em estreita colaboração com escritórios de advocacia e departamentos de direito corporativo para recrutar, treinar e adestrar advogados que representem os menores nas cidades onde a Kind atua, como Nova York, Boston, Filadélfia, Washington, Los Angeles, Seattle e Houston.

Atualmente, a nova organização já recebeu mais de US$ 2 milhões em doações em dinheiro e cerca de 25 prestigiosos escritórios de advocacia e departamentos de direito corporativo se comprometeram a contribuir com mais de 13 mil horas pró-bônus durante seu primeiro ano de operação.

Assista ao discurso de Angelina Jolie (Clique Aqui).

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Sexta-feira, 29 de Fevereiro de 2008

Retorno de refugiados iraquianos




A atriz e embaixadora da Boa Vontade do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), Angelina Jolie, pediu em carta publicada hoje no jornal "Washington Post" o retorno dos refugiados iraquianos.
Na carta, publicada na edição eletrônica do jornal, a atriz americana afirma que atualmente há "mais de 2 milhões de pessoas refugiadas em seu próprio país, sem lar, trabalho, remédios, comidas ou água limpa".

Jolie disse que "58% destas pessoas deslocadas no interior do país são menores de doze anos".

A atriz disse, que está em sua segunda gestação, acrescentou que cerca de 2,5 milhões de iraquianos tiveram que buscar refúgio fora de suas fronteiras, principalmente na Síria e Jordânia.

"Não sou um especialista em segurança, mas não é difícil ver que a Síria e a Jordânia estão carregando um peso insustentável. Estão sendo anfitriões incríveis, mas não podemos esperar que cuidem por tempo indeterminado de milhões de iraquianos pobres sem a ajuda dos Estados Unidos ou de outros países", ressaltou Jolie.

Além disso, a atriz manifesta em sua carta que seis meses após sua última visita ao Iraque com o Acnur "a crise humanitária não melhorou", embora a organização e o Governo iraquiano "tenham começado a trabalhar juntos em novas e importantes frentes".

"Os Estados Unidos podem correr o risco de que 4 milhões ou mais de pessoas pobres e deslocadas no centro de Oriente Médio cheguem a explodir em um violento desespero que leve a uma grande desordem em toda a região?", perguntou.

A carta de Jolie ressalta que o Acnur solicitou ajudas para este ano de US$ 261 milhões para melhorar a situação deste coletivo.

"Não é uma pequena quantia, mas é menos que o dinheiro que o Governo americano gasta diariamente na Guerra do Iraque", ressaltou.

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