quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Brad Pitt é capa da Rolling Stone

Os olhos azuis de Brad Pitt ficaram realçados na capa da revista ?Rolling Stone? americana. Na conversa, ele fala sobre sua vida em família e, claro, sobre Angelina Jolie. Quando perguntado sobre seu filme preferido estrelado pela mulher, o galã brincou e disse que se tratava de "Sr. e Sra. Smith". O motivo: "Porque você sabe... seis crianças. Porque eu me apaixonei", falou, bancando o romântico.
Pitt também comentou que ele e a mulher não brigam mais e que após filmar "The Curious Case of Benjamin Button", reflete mais sobre a vida.
"O que me ocorreu nesse filme e também com a morte da mãe de Angelina [a atriz Marcheline Bertrand, que faleceu em 2007] é que existe um tempo em que não estarei mais com essas pessoas", falou. "Por isso, não vou gastar tempo ficando nervoso com aqueles que eu amo", completou.

A entrevista traz também curiosidades sobre a vida de Pitt, que conta, por exemplo, que costumava ir à igreja quando era criança.

Clique Aqui e leia a matéria completa (em inglês).

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segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Com o Diabo na Carne

Capa da Rolling Stone norte-americana de agosto de 1999



Eterno símbolo sexual de Hollywood, Angelina Jolie despontou no final dos anos 90, quando recebeu a Rolling Stone em sua casa para falar de amores, tatuagens e facas. Na época, essa diva misteriosa já encantava os homens, as mulheres e as telas.

Angelina Jolie está na sala de seu apartamento nova-iorquino, fazendo um tour obrigatório por suas tatuagens. "Ok," diz, levantando o braço esquerdo. "Este é meu dragão, aqui em cima." Mostra a parte interna do pulso: "É um H - há duas pessoas em minha vida que têm esta letra, que me são muito próximas e que eu amo e estimo. Esta é a mais recente. Fiz com minha mãe, na verdade, ela me acompanhou. É uma citação do Tennessee Williams [dramaturgo]: A prayer for the wild at heart, kept in cages [Uma súplica pelos selvagens de coração, mantidos em jaulas]". Ela observa seu antebraço esquerdo e sorri em estado de graça. "Minha cruz", continua, puxando a cintura de suas calças para baixo e revelando esbeltos quadris, "e isso", aponta para um provérbio em latim que atravessa a curva do seu estômago bem em cima da marca do biquíni, "significa 'O que me alimenta também me destrói'. E esta aqui", - vira de costas, levantando a ponta de sua camiseta preta para mostrar um pequeno retângulo, "é a única colorida. Vou cobri-la de preto. É uma janela".

Uma janela para seu dorso?
"Não," responde, "é porque sempre me pego olhando pelas janelas, querendo estar em um outro lugar". Sorri novamente, um sorriso lunático - misto de êxtase religioso e careta. É importante lembrar que essa fixação por jaulas e janelas está relacionada a algo que ela mencionara na primeira vez que nos encontramos, alguns anos atrás, quando falou sobre seu interesse a respeito das prisões em geral e das rebeliões de Attica (presídio no estado de Nova York) particularmente. De todos os símbolos sexuais, Angie é a que tem mais probabilidade de carregar na bolsa um artigo do New York Times sobre a condição das penitenciárias. "Talvez", comenta sobre a conexão, sentando-se mais confortavelmente em um de seus dois sofás de couro. "Minha mãe perguntou se a súplica pelos corações selvagens era por mim ou algo que fora muito doloroso em minha vida. Mas é para todo mundo. Acho que não conheço uma só pessoa que possa ser exatamente quem é a cada segundo do dia, que se sinta completamente livre. Então é uma oração para todos encontrarem sua felicidade e se libertarem. Tennessee Williams também escreveu que um pássaro ou um animal sente-se confortável na jaula em que é criado - estar lá representa tanto segurança quanto confinamento. Qualquer coisa que nos deixa confortável é uma jaula ao nosso redor."

Ela acende um cigarro e observa o ambiente. Está tão pálida quanto uma noite em claro a deixa, com suas roupas pretas sob o sofá também preto, na luz difusa de um dia cinza e fresco filtrado pelas cortinas de veludo. Nos últimos meses, Angelina tem trabalhado em Los Angeles e embora sua sala de estar esteja cheia das coisas que uma sala de estar deve sempre estar cheia - mobília, piano, TV, CDs, um busto feminino vestindo um corselete Playtex branco, anos 50 - tudo tem um ar desocupado.

Há também uma edição do Código de Lei Penal e Criminal do Estado de Nova York. "Todos sempre imaginam que, por ter tatua-gens, sou uma pessoa má", continua, "ou que há algo muito sombrio a meu respeito, ou que penso demais na morte. Provavelmente sou a pessoa menos mórbida que conheço. Descobri que se penso mais sobre a morte do que algumas pessoas é porque amo mais a vida do que elas". Além das tatuagens, aqui está outra das razões pelas quais as pessoas acham Angelina "dark": há uma plaquinha ao lado da pia de seu banheiro, em que se lê: 'Certas manhãs não vale a pena nem roer as tiras de couro que amarram você à cabeceira da cama'.

Leia essa matéria histórica completa na Edição de Setembro de 2008 da Revista Rolling Stone brasileira.

Vale lembrar, que a edição que trás essa matéria está com a Amy Winehouse estampanda na capa e não a Angelina Jolie.

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